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Andropausa: quando investigar sintomas hormonais que afetam até 20% dos homens

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A andropausa afeta cerca de 20% dos homens a partir dos 40 anos. Ainda assim, o tema segue cercado de dúvidas e desinformação. Muitos homens convivem com sintomas por anos sem buscar avaliação adequada.

Ao contrário do que muitos pensam, a andropausa não surge de forma súbita. O processo ocorre de maneira gradual. Por isso, os sinais costumam ser confundidos com estresse, envelhecimento ou rotina intensa.

Dessa forma, reconhecer os sintomas e saber quando investigar faz toda a diferença. O diagnóstico precoce melhora a qualidade de vida e evita impactos físicos e emocionais mais intensos. Nesse artigo, falaremos mais sobre esse tema, mostrando porque a andropausa acontece. Para saber mais, continue a leitura!

O que é andropausa e por que ela acontece

A andropausa é caracterizada pela redução progressiva da testosterona. Esse hormônio exerce papel central na saúde masculina. Ele influencia energia, libido, massa muscular e equilíbrio emocional.

Com o passar dos anos, a produção hormonal diminui. Em alguns homens, essa queda ocorre de forma mais acentuada. Como resultado, surgem sintomas que comprometem o bem-estar. Além disso, fatores como obesidade, sedentarismo e doenças metabólicas aceleram o processo. Portanto, a andropausa não está ligada apenas à idade.

Durante muito tempo, a andropausa foi minimizada. No entanto, hoje há consenso científico sobre seu impacto clínico. A condição afeta corpo e mente de forma integrada. Ignorar os sinais pode levar a perda de desempenho profissional, dificuldades nos relacionamentos e aumento do risco cardiovascular. Por isso, o tema exige atenção médica.

Principais sintomas da andropausa

Os sintomas da andropausa variam de intensidade. Alguns homens apresentam sinais leves. Outros relatam mudanças significativas na rotina.

Entre os sintomas mais comuns estão cansaço persistente, redução da libido e dificuldade de concentração. Alterações de humor também aparecem com frequência. Além disso, muitos homens percebem ganho de gordura abdominal e perda de massa muscular. Esses sinais costumam surgir de forma gradual. Por isso, passam despercebidos no início.

A andropausa não afeta apenas o físico. Muitos pacientes relatam irritabilidade, ansiedade e queda da autoestima. Em alguns casos, surgem sintomas depressivos.

Além disso, a redução da testosterona interfere na memória e na clareza mental. Como consequência, o homem pode sentir queda no rendimento diário. Vale destacar que esses impactos reforçam a importância de investigar o quadro de forma global.

Quando investigar a andropausa

A investigação da andropausa é indicada quando os sintomas persistem. Cansaço sem causa aparente, queda da libido e alterações de humor merecem atenção.

Além disso, homens acima dos 40 anos com fatores de risco devem considerar avaliação periódica. Histórico familiar, obesidade e diabetes aumentam a probabilidade do distúrbio hormonal.

Portanto, não é preciso esperar sintomas intensos. A investigação precoce facilita intervenções mais eficazes.

Qual exame ajuda a confirmar a andropausa

O diagnóstico da andropausa envolve exames laboratoriais. A dosagem da testosterona total e livre é fundamental. Esses exames devem ser feitos pela manhã.

Além disso, o médico pode solicitar avaliação de outros hormônios. Exames metabólicos também ajudam a entender o contexto clínico do paciente. Em alguns casos, exames de imagem complementam a investigação. Eles auxiliam na avaliação de condições associadas, como gordura abdominal e alterações metabólicas.

Andropausa e saúde metabólica

A andropausa se relaciona diretamente com a saúde metabólica. A redução da testosterona favorece o acúmulo de gordura visceral. Isso aumenta o risco de síndrome metabólica.

Além disso, há maior predisposição à resistência à insulina. Com o tempo, o risco de diabetes tipo 2 cresce. Por isso, a investigação não deve focar apenas nos hormônios.

A avaliação integrada permite identificar riscos precocemente. Dessa forma, o tratamento se torna mais eficaz e preventivo.

Relação com doenças cardiovasculares

Estudos mostram associação entre baixos níveis de testosterona e maior risco cardiovascular. Hipertensão e dislipidemias são mais frequentes nesses pacientes.

Por isso, a andropausa deve ser vista como um marcador de saúde global. Investigar o quadro ajuda a prevenir complicações mais graves.

Tratamento

O tratamento da andropausa depende da intensidade dos sintomas e dos exames. Nem todo paciente precisa de reposição hormonal.

Mudanças no estilo de vida são sempre recomendadas. Atividade física regular e alimentação equilibrada trazem benefícios significativos.

Em casos selecionados, a reposição de testosterona pode ser indicada. No entanto, essa decisão exige acompanhamento médico rigoroso.

Importância do acompanhamento contínuo

A andropausa não é um evento isolado. Trata-se de um processo contínuo. Por isso, o acompanhamento periódico é essencial.

O monitoramento garante segurança no tratamento e ajusta condutas conforme a evolução clínica. Além disso, fortalece a prevenção de outras doenças.

Muitos homens ainda evitam falar sobre a andropausa. O receio do julgamento atrasa o diagnóstico. No entanto, cuidar da saúde hormonal é um ato de responsabilidade. Buscar avaliação médica não significa fragilidade. Pelo contrário, demonstra atenção ao próprio bem-estar.

Com informação e acompanhamento adequado, é possível atravessar essa fase com mais qualidade de vida.

Considerações finais

A andropausa afeta uma parcela significativa dos homens. Seus impactos vão além do hormônio e atingem saúde física, emocional e metabólica.

Reconhecer os sintomas e saber quando investigar permite diagnóstico precoce. Com isso, o tratamento se torna mais eficaz e seguro. Portanto, falar sobre andropausa é essencial. Informação, exames adequados e acompanhamento médico fazem toda a diferença.

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Em resumo

A andropausa tem exame específico para diagnóstico?

Sim. A dosagem da testosterona total e livre, realizada pela manhã, é o principal exame para investigar a andropausa e orientar a conduta médica.

Com que idade devo investigar a andropausa?

A investigação costuma ser indicada a partir dos 40 anos, especialmente quando há sintomas como cansaço, queda da libido ou alterações de humor persistentes.

Andropausa tem tratamento ou é parte do envelhecimento?

Tem tratamento, sim. Mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, reposição hormonal podem melhorar sintomas e qualidade de vida, sempre com acompanhamento médico.

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Por Equipe Mega Imagem em 08/01/2026