Depois de confirmar a prolactina alta em mais de uma coleta e descartar causas fisiológicas e medicamentosas, o próximo passo é avaliar a função da tireoide e dos rins. Isso porque o hipotireoidismo e a insuficiência renal também podem elevar esse hormônio.
Se essas causas forem descartadas, ou se os níveis de prolactina estiverem muito elevados, o médico pode investigar um prolactinoma, tumor benigno da hipófise. Nessa etapa, a ressonância magnética costuma ser solicitada.
Embora valores muito altos aumentem a suspeita de uma lesão na hipófise, não existe um número específico que, sozinho, determine a necessidade do exame.
Além dos resultados laboratoriais, sintomas como alteração no campo visual, dor de cabeça persistente e sinais de compressão da hipófise reforçam a indicação da ressonância. Esses achados podem indicar um tumor de maior tamanho.
Os exames de imagem ajudam a identificar problemas em caso de prolactina alta.Em resumo, a prolactina alta é um sinal de alerta que merece investigação, mas nem sempre indica uma doença grave. O diagnóstico começa com a confirmação por exames, a exclusão de causas secundárias e, quando necessário, a realização da ressonância magnética da hipófise.
Se houver alteração nos níveis desse hormônio, procure orientação médica. Um diagnóstico preciso é essencial para definir o tratamento mais adequado.
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