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Nódulos na mama: quando o ultrassom é suficiente e quando a mamografia é essencial - Mega Imagem

Nódulos na mama: quando o ultrassom é suficiente e quando a mamografia é essencial

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Um dos principais medos de qualquer mulher é encontrar nódulos na mama, afinal, isso pode indicar um caso de câncer de mama, um dos mais comuns no Brasil. Quase metade das mulheres que procuram um mastologista tem essa queixa.  

Neste artigo, falaremos mais sobre esse tema, mostrando quando a paciente deve ser submetida aos exames e em que momento é necessário optar pela ultrassonografia ou pela mamografia. Para saber mais continue a leitura! 

O que os nódulos na mama podem indicar? 

O surgimento de nódulos na mama pode ter diversas causas diferentes. Mas em boa parte, são alterações fibrocísticas, podendo ter texturas variadas. Veja as principais causas de um nódulo palpável:  

Cisto mamário 

Mulheres a partir dos 35 anos podem ter formações de liquídos, que podem desaparecer por volta dos 50 anos, período mais comum pós menopausa. Isso só não ocorre se a mulher estiver fazendo reposição hormonal.  

Normalmente, o cisto tem o formato semelhante ao de um balão de água ou uma uva. Caso o nódulo cresça de repente, a paciente pode apresentar dor ou ter até mais de um ao mesmo tempo.  

Vale destacar que que esse tipo de cisto tem baixa relação com câncer de mama, sendo no máximo 0,01% dos casos.  

Fibroadenoma 

O fibroadenoma é um nódulo benigno da mama, geralmente pequeno, que pode aumentar, diminuir ou até desaparecer ao longo do tempo. Em média, mede cerca de 2,5 cm de diâmetro. Quando atinge 5 cm ou mais, é classificado como fibroadenoma gigante, podendo causar deformidade mamária. 

Esse tipo de nódulo surge devido ao aumento do número de células da mama (hiperplasia celular), relacionado à ação do estrogênio. É mais comum em mulheres na segunda e terceira décadas de vida. 

Tumor Phyllodes 

O tumor phyllodes é uma neoplasia rara da mama, representando menos de 1% dos casos. O nome “phyllodes” tem origem no grego e significa “folha”, fazendo referência ao padrão em forma de folha observado no crescimento das células tumorais. Também pode ser chamado de cistosarcoma phyllodes. 

Costuma apresentar crescimento rápido, mas raramente se dissemina para outras partes do corpo. Pode ser classificado como benigno, maligno ou borderline (intermediário). Independentemente da classificação, o tratamento geralmente envolve cirurgia, devido ao risco de recorrência. 

Pode ocorrer em qualquer idade, porém é mais frequente após os 40 anos. Os casos benignos tendem a ser diagnosticados em mulheres mais jovens do que os malignos. 

Câncer de Mama 

O câncer de mama pode se manifestar como um nódulo palpável em qualquer região da mama ou por microcalcificações detectadas apenas em exames de imagem, como a mamografia. 

É importante destacar que, nas fases iniciais, o câncer pode não ser palpável e só ser identificado por meio da mamografia. Por isso, o autoexame e o exame clínico não são suficientes para descartar a doença. 

Mulheres a partir dos 40 anos, ou aquelas com histórico familiar da doença, devem realizar acompanhamento médico regular e mamografia anual. A maior incidência ocorre entre a quinta e a sexta décadas de vida. 

Nódulos na mama: quando indicamos o ultrassom e quando priorizamos a mamografia?

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil. A cada três anos, são diagnosticados cerca de 73.610 casos.  

É por essa razão que a realização de exames de rotina é extremamente necessária, principalmente se o objetivo é a prevenção.  

De forma geral, a mamografia é o principal exame para rastreamento do câncer de mama, especialmente em mulheres a partir dos 40 anos. Ela é mais sensível para identificar microcalcificações, que podem ser sinais iniciais de câncer, mesmo antes de qualquer nódulo ser palpável. Por isso, é considerada o exame mais importante na detecção precoce da doença. 

Já o ultrassom das mamas é muito útil como exame complementar. Ele ajuda a diferenciar se um nódulo é sólido ou cístico (cheio de líquido) e costuma ser o primeiro exame indicado para mulheres mais jovens, principalmente abaixo dos 35 anos, que geralmente têm mamas mais densas. Os médicos também utilizam esse exame para avaliar, com mais precisão, alterações identificadas na mamografia. Paciente realizando exame de mamografia com técnica de radiologia para rastreamento do câncer de mama. A mamografia é o principal exame para detecção precoce do câncer de mama. Indicada especialmente para mulheres a partir dos 40 anos (ou conforme orientação médica). Quando há um nódulo palpável, a escolha do exame depende da idade e das características clínicas. Em muitas situações, os médicos solicitam os dois exames em conjunto para, assim, realizar uma avaliação mais completa. Ou seja: não é uma disputa entre ultrassom e mamografia, eles se complementam para oferecer um diagnóstico mais seguro. 

Considerações finais 

Em resumo, ambos os exames são importantes para o diagnóstico precoce. Entretanto, as características clínicas de cada um podem definir qual deve ser o mais indicado.  

mamografia é o exame mais importante para rastreamento do câncer de mama, especialmente em mulheres a partir dos 40 anos, pois detecta microcalcificações e lesões iniciais que não são palpáveis. Já o ultrassom é mais indicado para mulheres jovens, com mamas densas, e para diferenciar nódulos sólidos de cistos, além de complementar achados da mamografia. 

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Em resumo 

O que é mais confiável, mamografia ou ultrassonografia? 

Não existe exame “mais confiável” de forma isolada. A mamografia é superior para identificar lesões iniciais e microcalcificações. Já o ultrassom é excelente para caracterizar nódulos. Muitas vezes, a combinação dos dois oferece maior precisão diagnóstica. 

Quando um nódulo na mama não é preocupante? 

Nódulos benignos costumam ter contornos regulares, crescimento lento e características típicas em exames de imagem, como cistos simples ou fibroadenomas. Um profissional deve avaliar toda alteração para confirmação diagnóstica. 

Quando consideramos o câncer de mama como inicial?

Consideramos o câncer de mama inicial quando ele permanece restrito à mama e, portanto, não compromete órgãos distantes. Nessa fase, as chances de tratamento eficaz e cura são significativamente maiores. 

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Por Equipe Mega Imagem em 06/02/2026