Neste artigo, falaremos mais sobre esse tema, mostrando quando a paciente deve ser submetida aos exames e em que momento é necessário optar pela ultrassonografia ou pela mamografia. Para saber mais continue a leitura!
Normalmente, o cisto tem o formato semelhante ao de um balão de água ou uma uva. Caso o nódulo cresça de repente, a paciente pode apresentar dor ou ter até mais de um ao mesmo tempo.
Vale destacar que que esse tipo de cisto tem baixa relação com câncer de mama, sendo no máximo 0,01% dos casos.
Esse tipo de nódulo surge devido ao aumento do número de células da mama (hiperplasia celular), relacionado à ação do estrogênio. É mais comum em mulheres na segunda e terceira décadas de vida.
Costuma apresentar crescimento rápido, mas raramente se dissemina para outras partes do corpo. Pode ser classificado como benigno, maligno ou borderline (intermediário). Independentemente da classificação, o tratamento geralmente envolve cirurgia, devido ao risco de recorrência.
Pode ocorrer em qualquer idade, porém é mais frequente após os 40 anos. Os casos benignos tendem a ser diagnosticados em mulheres mais jovens do que os malignos.
É importante destacar que, nas fases iniciais, o câncer pode não ser palpável e só ser identificado por meio da mamografia. Por isso, o autoexame e o exame clínico não são suficientes para descartar a doença.
Mulheres a partir dos 40 anos, ou aquelas com histórico familiar da doença, devem realizar acompanhamento médico regular e mamografia anual. A maior incidência ocorre entre a quinta e a sexta décadas de vida.
É por essa razão que a realização de exames de rotina é extremamente necessária, principalmente se o objetivo é a prevenção.
De forma geral, a mamografia é o principal exame para rastreamento do câncer de mama, especialmente em mulheres a partir dos 40 anos. Ela é mais sensível para identificar microcalcificações, que podem ser sinais iniciais de câncer, mesmo antes de qualquer nódulo ser palpável. Por isso, é considerada o exame mais importante na detecção precoce da doença.
Já o ultrassom das mamas é muito útil como exame complementar. Ele ajuda a diferenciar se um nódulo é sólido ou cístico (cheio de líquido) e costuma ser o primeiro exame indicado para mulheres mais jovens, principalmente abaixo dos 35 anos, que geralmente têm mamas mais densas. Os médicos também utilizam esse exame para avaliar, com mais precisão, alterações identificadas na mamografia.
A mamografia é o principal exame para detecção precoce do câncer de mama. Indicada especialmente para mulheres a partir dos 40 anos (ou conforme orientação médica).A mamografia é o exame mais importante para rastreamento do câncer de mama, especialmente em mulheres a partir dos 40 anos, pois detecta microcalcificações e lesões iniciais que não são palpáveis. Já o ultrassom é mais indicado para mulheres jovens, com mamas densas, e para diferenciar nódulos sólidos de cistos, além de complementar achados da mamografia.
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