O câncer de próstata é a segunda principal causa de morte por câncer em homens, atrás do câncer de pulmão, e por ser uma doença grave, a maioria dos homens diagnosticados com a doença não irão morrer em decorrência dela.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil 65.840 novos casos de câncer de próstata.

No Brasil, inclusive, a campanha, que começou focada no câncer de próstata, hoje é mais abrangente, alertando a população sobre os cuidados com a saúde integral do homem. Em relação ao câncer de próstata, o desafio é desmistificar o exame de toque, uma vez que o preconceito ainda é o maior entrave à prevenção.

A doença tem sintomas iniciais silenciosos e, por isso, muitos casos já são detectados em um estágio avançado da doença, visto que a forma de identificar a doença é por meio de dois exames quais sejam: toque retal e PSA (Antígeno Prostático Específico).

 

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Desse modo, surge a importância de informar a população sobre os fatores de risco para a doença, como idade, raça (afrodescendentes) e histórico familiar, bem como consultar um urologista a partir dos 45 (com fatores de risco) ou 50 anos (em geral).

Quando no início, o câncer de próstata não costuma provocar sintomas. Mas quando se encontra em estágio avançado, atingindo estruturas vizinhas, como uretra, bexiga e vesículas seminais, alguns sintomas começam a ocorrer.

  • Sangramento e dor ao urinar;
  • Vontade frequente de urinar;
  • Dificuldade de iniciar a micção;
  • Dificuldade de interromper a micção;
  • Presença de sangue no esperma;
  • Dor ao ejacular;
  • Dor lombar e na bacia.

Quando o câncer já está em estágio bastante avançado, podendo haver metástase, é provável que surjam infecções e dor nos testículos, ossos e costas, seguidas de perda de apetite e de peso. Há ainda a probabilidade de haver sintomas mais intensos ocasionados pelo aumento do tumor que passa a comprimir a uretra prostática. Se houver um crescimento loco-regional, o tumor causa obstrução dos rins devido à invasão dos ureteres.

Embora possam também ocorrer em outras doenças, esses sintomas podem indicar um tumor na próstata e precisam ser avaliados pelo médico, com base em alguns exames.

Uma vez estabelecido o diagnóstico e definido qual o estágio da doença, é hora de tratar. O médico tem algumas opções de tratamento e a decisão vai depender conforme o caso.

Os tratamentos possíveis são:
• Conduta expectante: que significa manter o paciente em observação vigilante ou vigilância ativa;
• Cirurgia para retirada da próstata e, em alguns casos, das ínguas da virilha;
• Radioterapia;
• Criocirurgia ou crioterapia: que é um processo terapêutico baseado no tratamento de lesões pelo frio;
• Hormonioterapia;
• Quimioterapia;
• Vacinas;
•Terapia alvo: tratamento para bloquear o crescimento e a disseminação das células cancerígenas.

Quais os tipos de cirurgias existentes para a retirada do câncer de próstata?

As cirurgias recomendadas são:
Realizada através de uma grande incisão (corte) no abdômen, o que permite ao cirurgião tocar os órgãos com as próprias mãos enquanto opera. Em uma cirurgia minimamente invasiva (robô-assistida ou laparoscópica), o cirurgião opera através de incisões mínimas no abdômen com uso de instrumentais longos e uma pequena câmera para guiá-lo durante o procedimento, que envia imagens a um monitor por onde ele visualiza os órgãos.

Todos esses tratamentos podem ser feitos de maneira isolada ou combinados entre si. Cabe ao médico indicar junto ao paciente qual o tratamento mais adequado e eficaz para o estágio da doença que se encontra.
Para a prescrição do tratamento, o médico analisará a fase da vida em que o paciente se encontra, condições de saúde dele, probabilidade de cura de cada tipo de tratamento, entre outros.

Para ter acesso ao guia completo sobre câncer de próstata clique aqui

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Espero que tenha gostado desse artigo, até breve.

Rafaélla Mantovani

Rafaélla Mantovani

Comunicação e Marketing Digital na Clínica Mega Imagem.