RESSONÂNCIA MAGNÉTICA COLUNA

Ressonância magnética 3 Tesla Bobina Coluna.

Na coluna, a ressonância magnética pode fazer cortes de alguns milímetros, facilitando a visualização com precisão das estruturas, incluindo os espaços entre as vértebras, a parte óssea, partes moles, articulações e ligamentos.

Dando suporte também para a análise de traumas, lesões e deslocamentos. De 60 a 80% das pessoas já sofreram ou sofrem de algum tipo de dor nas costas.

A lombalgia é uma dessas dores, podendo ser resultante das doenças degenerativas, é uma das causas mais frequentes de afastamento de trabalhadores.

As causas de dor incluem: estenose degenerativa (estreitamento do canal por onde passam os nervos devido à idade), estenose congênita (estreitamento presente desde o nascimento), neoplasia, infecção, trauma, inflamação ou processo artrítico.

A estenose por causa degenerativa pode se originar no osso, ligamentos (aumento da espessura dos ligamentos espinhais ) ou origem no disco (lamina de tecido entre as vértebras que são as unidades da coluna). Muitas causas do estreitamento de canal medular são uma associação das 3 causas.

O local mais comum das patologias de coluna é na região lombar, seguida pela região cervical.

A ressonância magnética é melhor do que a tomografia na avaliação da doença degenerativa da coluna, porém para a parte óssea a tomografia computadorizada pode obter um resultado mais satisfatório.

Estenose (estreitamento) da medula espinhal que não tem origem no disco intervertebral (anel localizado entre as vertebras).

O disco intervertebral pode crescer e formar osteófitos, que nada mais são do que os famosos bicos de papagaio. Eles possuem formato de gancho e formam-se entre os discos das vertebras. Essa doença é chamada de espondilose. Ela pode ocorrer devido ao stress da coluna devido a movimentos ou posturas erradas.Com o tempo, pode ocorrer compressão dos nervos ocasionando dor.

Os sintomas geralmente são dores crônicas, que pode se irradiar para membros. Sendo assim, as dores não são tão localizadas quanto as da hérnia de disco. Outros sintomas são a associação a sensação de frio, queimação e formigamento. Alguns pacientes apresentam déficit motor leve.

Estenose do canal medular de origem discogênica (membrana fibrosa entre as vertebras).

A origem da degeneração do disco é incerta, mas pode ser associada à degeneração por conta da idade – ao redor dos 50 anos de idade, 80 a 95% das pessoas tem desgaste do disco em algum grau pelas forças de flexão e rotação durante os movimentos da coluna. A localização mais frequente e a região lombar entre L4-5 e L5 –S1.

A ressonância magnética e a tomografia computadorizada podem auxiliar nesse diagnóstico, indicando o grau e a extensão e facilitando o tratamento. Nos casos cirúrgicos, quando podemos liberar o canal, se faz necessária a avaliação das eventuais complicações ou o sucesso da cirurgia através da imagem.

No caso da coluna cervical, as etiologias são as mesmas, mas podem ocorrer sintomas diferentes, como dor e fraqueza tanto das extremidades superiores quanto das inferiores. As regiões mais afetadas da cervical são C4-5, C5-6 e C6-7.

Já coluna torácica, por ter um canal mais largo para passar as terminações nervosas, é preciso um acometimento mais severo das estruturas que compõe o canal.

Ressonância magnética 3 Tesla coluna total.

Tumores de medula 
Pode ser primários da medula ou secundários, proveniente de tumores que começaram em outros órgãos. Alguns tumores são congênitos (exemplo são os dermóides e epidermóides) ou cistos por disrafismo, que é a abertura congênita da coluna. Algumas síndromes como a neurofibromatose também podem estar associadas a tumores de coluna.
Os sintomas dependem do nível e da extensão do tumor. Pode começar com dor nas costas, alterações motoras (paralisia espástica), fraqueza, alteração de reflexos ou de sensibilidade. O diagnóstico pode ser difícil em estágios iniciais o que pode atrasar o tratamento.